Por Linhas Tortas

26/07/2009

Street Fighter 4

Arquivado em: Jogos — Silvano @ 9:30 am
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O mundo dos games cada vez mais evolui, muitos jogos são lançados novas franquias se misturam às velhas, e boa parte desses tantos jogos são de qualidade indiscutível (e boa parte são de qualidade totalmente discutível).

Mas temos que ver que muitas boas franquias foram mal utilizadas nos últimos tempos, com tantas novidades de jogabilidade e gráficos os velhos e bons jogos andavam muito diferentes do que o público andava acostumado e isso desestimulava. Street Fighter andava assim.

Eu acompanhei  a série desde o começo, quero dizer, depois que conheci Street Fighter II (um dos melhores disparado), tive a experiência do original, que era bem limitado. O II foi revolucionário, me fazia abandonar o Mega Drive (também conhecido como Sega Genesis) em casa e ir para as, na época famosas, locadoras jogar SF II no Snes (a.k.a. Super Nintendo), até que lançaram uma edição especial de SF II para o Mega, que eu não pude comprar, mas alugava constatemente.

Quando fui morar em Maceió, comecei a minha vida de arcades e todo fim de semana eu torrava toda minha mesada jogando Daitona e SF basicamente. E foi nesse meio que conheci SF Alpha, com uma arte diferente e alguma novidades, não ficou para trás em relação a SF II e mostrou a que veio.

Depois de um tempo, eu dminui minhas idas a Arcades e lojas Locadoras, e estagnei no mundo gamer, ficando preso a Snes do meu primo e meu Mega Drive. No entanto ocasionalmente eu resolvia ver como andavam os jogos por aí a fora e me deparei com Street Fighter EX, que não me agradou, a primeira impressão foi o suficiente para eu desistir de jogar e procurar os velhos Alpha Zero e Alpha 2 (eu não via muito Alpha 3 nos locais que ia).

A gota d’água foi Street Fighter 3 que além de tudo cortou todos os personagens antigos (exceto por Ryu e Ken), os novos jogos que seguina o modelo de SF 3 (2º Impact e 3º Strike), melhoraram um pouco o jogo, mas ainda assim me desanimou completamente. O que salvava a série SF eram os “vs” (Marvel vs Capcom e Capcom vs SNK), no qual alguém de SF sempre figurava dentre meu grupo.

Eis então que comecei a ver os trailer de SF IV e fui me reanimando, com um estilo 2D tradicional, mas com gráficos 3D inovadores (para a série digo), e trailer de dar água na boca minha vontade de jogar foi voltando (incluse ao ponto de procurar as versões clássicas para emuladores) e hoje afinal pude conferir o jogo.

A jogabilidade é muito boa, embora eu esteja desacostumado a jogar no joystick (saudade do manche de arcade), uma boa mistura de novas e velhas caras (são poucos novos personagens, mas é o suficiente) e inúmeras possiblidades proporcionadas pela internet. Em suma é um jogo que vale a pena, tanto para os jogadores de velha guarda como eu e para os mais novos (me pergunto se o mesmo pode ser dito com relação a Mortal Kombat vs DC que pretendo conferir ainda).

Só p/ dar água na boca vou postar um trailer:

Só lembrando que SF IV tem para PC, Xbox e Playstation 3

15/11/2008

Zeebo – Vídeo-game made in Brasil

Arquivado em: Jogos — Silvano @ 9:41 am
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Vale lembrar que o console não é 100% brasileiro, embora vá ser produzido pela Tec-toy (distribuiu o Master System e Mega Drive da Sega e chegou a produzir alguns jogos, como Mônica no Castelo do Dragão), Zeebo é um trabalho conjuto de desenvolvedores de Israel, China, França, Argentina, Japão, Estados Unidos e, claro, Brasil.

Mas o importante é que será produzido no Brasil, o que poderá contribuir para preços baixos. Alias com relação a preço o Zeebo começa razoável. A Tec Toy anunciou o lançamento para outubro de 2009, o preço inicial é R$599,00, vem com um controle e 3 jogos na memória (sendo que vc pode baixar gratuitamente mais 3 da loja online do Zeebo). Onde o Zeebo ganha em termos de preço é com relação aos jogos, vão variar de R$9,99 à R$29,99, não haverá cartucho ou disco, os jogos serão baixados de uma loja virtual na rede do Zeebo (zeebonet 3G), que tem cobertura em praticamente todo Brasil.

O acervo de jogos ainda não é muito grande, foram confirmados Super ActionHero 3D, Treino Cerebral, FIFA, Need For Speed Carbon, Prey e Quake (esses serão gratuítos, os 3 primeiros virão na memória), até o lançamento eles pretendem ter uma lista de 50 jogos. Como falei antes não há mídia, os jogos serão baixados unicamente online, e o HD é de apenas 1Gb, mas há entradas USB e SD card, onde você pode armazenar os jogos baixados.

O Zeebo ainda não vai ter capacidade de concorrer com os grandes, como Wii, PS3 e XBOX 360. Sua capacidade gráfica atualmente é pouco pior que PS2 (o executivo da Zeebo prometeu melhorar isso até o lançamento, ele disse que no prazo de 10 a 12 meses o Zeebo gerará gráficos equivalente ao de Resident Evil 4). A idéia mesmo é conseguir conquistar seu espaço, o público alvo são pré-adolescentes de 11 a 13 anos, quem sabe, se o Zeebo der certo mesmo, mais para frente não teremos algo com maior capacidade?

Inicialmente o Zeebo será “apenas” um vídeo-game, mas posteriormente funcionalidades como player de foto e vídeo podem ser baixadas e adicionadas ao console (possivelmente de forma gratuita).

A idéia é inovadora e importante em termos de Brasil, quem trabalha com computação e se interessa por programação de jogos deve ter pulaod de alegria com a possibilidade de geração de emprego. Quem e aficcionado por jogos deve agradecer também, embora o Zeebo, incialmente, não vá influenciar muito a tendência é, se a coisa pegar mesmo, gerar concorrência e, como consequência, melhorar o serviço e preço de outros consoles no Brasil.

Eis o site oficial.
E uma matéria do site UOL que contém um vídeo do Zeebo.

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